O meu exercício:
POLITICS AND THE ENGLISH LANGUAGE
A maioria de nós, apesar de pensar que a língua inglesa está em declínio, acha que nada pode ser feito para que isto se altere, uma vez que a sociedade se encontra num estado semelhante. Outra assumpção é de que a língua não deve ser moldada pois é algo moldado por si mesmo. Na raiz da situação corrente da língua inglesa estão também os seus efeitos. É necessário quebrar este ciclo, já que o processo é reversível. Ao quebrar os maus hábitos da escrita em inglês estará aberto caminho para a reabilitação (regeneração) política. Cada um dos exemplos apresentados contém falhas e duas qualidades em comum: A primeira é o desuso no uso de imagens, a outra é a carência de exactidão. A mistura de imprecisão e mera incapacidade é a característica mais distinta da prosa Inglesa moderna. Existem vários dos truques através aos quais a construção da prosa está frequentemente submetida:
· Usar metáforas em extinção, que muitas vezes perderam já o seu significado, como forma de simplesmente o autor evitar criar frases próprias;
· Elementos verbais falsos, evitando o trabalho de procurar as palavras certas e simples e de ao mesmo tempo colocar sílabas extra em cada frase, que lhes dão uma aparência de simetria. Afirmações banais tomam assim a aparência de afirmações profundas;
· Dicção pretensiosa, usando certas palavras para revestir afirmações banais ou dar um aspecto científico a afirmações tendenciosas. A utilização de palavras ou expressões em língua estrangeira servem também para dar uma ideia de cultura e elegância;
· Utilização de palavras sem significado, particularmente na escrita dos críticos de arte ou críticos literários. Muitas vezes também se usam de uma forma conscientemente desonesta palavras que possuem em si diferentes significados.
Correcção do exercício:
POLITICS AND THE ENGLISH LANGUAGE
A maioria de nós, apesar de pensar que a língua inglesa está em declínio, acha que nada pode ser feito para que isto se altere, uma vez que a sociedade se encontra num estado semelhante. Outra assumpção é de que a língua não deve ser moldada pois é algo moldado por si mesmo.
Na raiz da situação corrente da língua inglesa estão também os seus efeitos. É necessário quebrar este ciclo, já que o processo é reversível. Usamos mal a linguagem porque pensamos mal. A regeneração política depende, assim, da nossa capacidade para nos libertarmos dos maus hábitos linguísticos. A linguagem torna-se pouco precisa porque os nossos pensamentos são disparatados e o desleixo na utilização da língua facilita os pensamentos absurdos. O processo é reversível. Os maus hábitos de linguagem podem ser evitados se cada um de nós assim o desejar.
A maioria de nós, apesar de pensar que a língua inglesa está em declínio, acha que nada pode ser feito para que isto se altere, uma vez que a sociedade se encontra num estado semelhante. Outra assumpção é de que a língua não deve ser moldada pois é algo moldado por si mesmo.
Na raiz da situação corrente da língua inglesa estão também os seus efeitos. É necessário quebrar este ciclo, já que o processo é reversível. Usamos mal a linguagem porque pensamos mal. A regeneração política depende, assim, da nossa capacidade para nos libertarmos dos maus hábitos linguísticos. A linguagem torna-se pouco precisa porque os nossos pensamentos são disparatados e o desleixo na utilização da língua facilita os pensamentos absurdos. O processo é reversível. Os maus hábitos de linguagem podem ser evitados se cada um de nós assim o desejar.
Cada um dos exemplos apresentados contém falhas e duas qualidades em comum: A primeira é o desuso no uso de imagens, a outra é a carência de exactidão. A mistura de imprecisão e mera incapacidade é a característica mais distinta da prosa Inglesa moderna.
Em seguida serão apresentados exemplos de truques para a construção evasiva do texto. O autor recorre a cinco exemplos para nos falar de erros mais comuns na utilização da linguagem. Esses erros referem-se ao recurso de metáforas tecnicamente mortas e, por isso, desprovidas de significado, abuso de operadores linguísticos que enfraquecem a mensagem, vocabulário pedante e, por vezes, com sentido truncado, a par do abuso de expressões técnicas ou rebuscadas que são de evitar.
- Metáforas moribundas. Uma metáfora é considerada tecnicamente morta quando se transforma numa palavra comum e sem poder evocativo. Eis alguns exemplos, calcanhar de Aquiles e o canto do cisne. Algumas das metáforas que são hoje utilizadas perderam o seu sentido original.
- Operadores. São palavras que substituem os verbos e nomes mais adequados naquela frase ficando esta, aparentemente, mais completa. A ideia chave é a eliminação do verbo simples. O verbo é transformado numa frase pela utilização do nome e dos adjectivos. A voz passiva substitui com frequência a voz activa e o gerúndio é substituído pela fabricação de nomes.
- As frases banais são construídas com recurso a “not un-“ o que lhes confere uma aparente profundidade (por exemplo, “não dizer inverdades” em vez de “não dizer mentiras). As conjunções e preposições simples são substituídas por frases. O fim das frases perdem força quando são utilizados lugares comuns.
- Vocabulário pedante. Palavras eruditas são usadas para compor uma frase simples e dar ares de imparcialidade científica a juízos de valor. Os estrangeirismos e expressões latinas e gregas são usadas para dar um ar de elegância e erudição. Com excepção das expressões i.e., e.g. e etc. não há necessidade de utilização de outros estrangeirismos na língua inglesa. O jargão resulta muitas vezes da tradução de textos mas também de palavras do latim ou do grego incorporando um afixo considerado adequado. Em geral, a utilização destas palavras resulta em textos vagos e desleixados.
- Palavras sem sentido. Nos meios artísticos e políticos é frequente encontrar longos trechos de texto sem sentido. Há um abuso na utilização das palavras. Por exemplo, a palavra fascismo tem sido utilizada para referir algo que não é desejável.
A palavra democracia não tem uma definição consensual e há uma resistência para se encontrar uma. É universalmente aceite que se designarmos um país como democrático estaremos a elogiá-lo. Palavras como democracia, classe, ciência, reaccionária são usadas, conscientemente, de um modo desonesto pois o seu sentido não é explicitado pelo autor.
Reflexão:
No terceiro parágrafo do meu texto consta um comentário que refere "quais exemplos". Gostaria de referir que não coloquei os exemplos em questão uma vez que pensei que os resumos apenas deveriam incluir as ideias principais e que os estes exemplos se tratavam apenas de pormenores no texto. Assim só referi o que estes exemplos têm em comum e a sua relevância perante o texto e não os explicitei. Por outro lado, consultei a correcção deste trabalho na Blackboard no documento relativo ao workshop 2 que apresenta um "exemplo de resolução do exercício de resumo de um texto", no qual consta:
"Comentário: As regras do resumo recomendam que não se incluam os exemplos do texto. Por esse motivo esta secção não será incluída"; "Apesar das falhas específicas em cada um dos textos, que serão salientadas sempre que oportuno, estes evidenciam duas qualidades em comum: são banais e imprecisos. Por vezes o autor do texto não consegue transmitir o sentido da ideia. Parece mesmo haver uma indiferença quanto ao facto de as suas palavras poderem ter algum significado. O vago substitui o concreto na discussão de um tópico. Neste sentido, o discurso, em vez de ser composto por palavras escolhidas pelo significado que têm, é composto por frases agregadas como se de galinheiros pré-fabricados se tratasse." Assim, fiquei sem perceber se deveria ou não afinal incluir os exemplos nesta parte do resumo.
Não retratrar bem os exemplos dados pelo autor foi outro dos comentários na avaliação deste exercício. No quarto parágrafo reparei que isto de facto é verdade, uma vez que é referido:
"Em seguida serão apresentados exemplos de truques para a construção evasiva do texto. O autor recorre a cinco exemplos para nos falar de erros mais comuns na utilização da linguagem. Esses erros referem-se ao recurso de metáforas tecnicamente mortas e, por isso, desprovidas de significado, abuso de operadores linguísticos que enfraquecem a mensagem, vocabulário pedante e, por vezes, com sentido truncado, a par do abuso de expressões técnicas ou rebuscadas que são de evitar. "
A partir daqui, penso que o meu resumo está um pouco "empobrecido" relativamente á correcção que consta na Blackboard. Cometi algumas omissões de referências que o autor faz e concluí que isto fez com que as ideias do autor não fossem respeitadas. Por outro lado, é apontada a minha falta de rigor na escrita no resumo o que penso que têm a ver também com a falta de algumas ideias que o autor exprime nos exemplos dados neste terceiro parágrafo.
Nota: A correcção do texto apresenta em itálico as modificações realizadas.
A minha avaliação: BOM

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